sábado, 20 de maio de 2017

A mancha!

Isto de trabalhar com a mancha direta tem os seus riscos e esta não correu lá muito bem. Um bocadinho de mais pressão no lugar errado estraga tudo e neste caso a minha mãe tem razão em não gostar do seu retrato, sem querer fiz-lhe um bigode quando queria fazer uma sombra e a tentar disfarçar ficou pior e... ok, não mexo mais!


Caneta pincel de tinta da china

sexta-feira, 19 de maio de 2017

A barrica do Avô

"Sabias que esta barrica era do teu avô? Veio para cá com aguardente e quando acabou virou vaso"
E agora está com uma produção linda de Letícias e por um dos nós que já caiu, está a nascer um feto :)

quinta-feira, 18 de maio de 2017

A casa das Minas

Quando vou à minha terra, a primeira coisa que gosto de fazer é dar uma volta pelo jardim e pelo terreno, ver o que está plantado, o que cresceu, floriu, nasceu, que árvore deu frutos e o que está por amadurecer.  Geralmente vou com a minha mãe e que me disse: "já viste o banquinho que a Rosália fez? Diz que te podes sentar aqui a fazer os teus desenhos." Era um banco corrido em redor do tronco de um pinheiro manso, o local ideal para desenhar a casa, quase engolida de tanto verde.


E aqui me sentei. A tarde estava com uma chuvinha molha tolos persistente mas os ramos densos do pinheiro protegiam-me bem, só se ouvia o som do silêncio com uma variedade de chilreares que nunca soube identificar mas que deram um ambiente de paraíso aquele momento. Uma neblina ao fundo, fundia os montes com o céu. Do lado direito, um pinheiro manso que foi plantado para ser árvore de Natal e que agora está mais de duas vezes maior que a casa e a meio, uma estrutura metálica muito alta, que foi a solução para conseguirmos ver televisão no tempo em que só havia 3 canais: a RTP1, RTP2 e TVE :)

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Clube Desportivo das Minas da Panasqueira

Fundado em 1955, o Clube Desportivo das Minas da panasqueira, foi nos seus tempos áureos o local de excelência de diversão da população deste couto mineiro. Era o café de encontro dos trabalhadores, das apostas do totobola, das partidas de snooker e matraquilhos. Recordo-me em criança de ver aqui o meu primeiro cinema (um italiano cómico, não me recordo do nome) e era aqui que se faziam as festas da escola, pois tem um palco.
Mas essencialmente, surgiu associado ao Hóquei em Patins que na altura começou a praticar-se por influência dos ingleses que ali trabalhavam. Atrás deste edifício está o pavilhão de patinagem António Urgeiro, ele próprio formado no clube, jogou durante anos no SL Benfica, e fez parte da seleção nacional em 1962. Trabalhadores mineiros, daqui saíram alguns jogadores para representar outras equipas a nível nacional e internacional. Como ponto alto, o clube teve a passagem pelo Nacional da II Divisão.


Ainda me recordo de um autocolante que deve estar colado nos meus cadernos de escola, "Eu quero ser jogador de hóquei em patins" :)

Medronheiro

No terreno da minha casa na Barroca Grande, há imensos medronheiros. Este está ao pé da casa e é a segunda vez que o desenho. Desta vez puxei pelos lápis arco-íris :)


O canito no canil

O Sr Manel tem uns canitos para a caça, um anda fugido, outro resguardou-se na casota, mas este ficou para o desenho.


sexta-feira, 12 de maio de 2017

Festival Internacional da Máscara Ibérica - parte IV

O desfile foi muito animado e divertido, não consegui estar na tenda de preparação dos mascarados a horas onde poderia desenhar com mais calma, por isso os desenhos são mesmo do início, durante e depois do desfile. Foi engraçado que ao perceberem que estavam a ser desenhados faziam questão de posar e claro depois queriam uma foto do seu desenho! Para o ano há mais!






Esta máscara de madeira do Chocalheiro pesava 5kg (mais as laranjas :) ) e o mascarado andou o desfile todo a correr e a fazer tropelias com ela colocada. Estava exausto quando se sentou para descansar e a tirou, foi quando a desenhei também.





quinta-feira, 11 de maio de 2017

Festival Internacional da Máscara Ibérica - parte III

No sábado de manhã ainda houve tempo para desenhar uma vista geral com os Jerónimos ao fundo e algumas máscaras dos stands de Oviedo e do Mogadouro.


 
 
Esta máscara de madeira do Velho Chocalheiro de Vale do Porco é da coleção particular da vereadora da cultura Virgínia Gomes, que muito simpática a mandou trazer para ser desenhada.
 
 
 

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Festival Internacional da Máscara Ibérica - parte II

A Real banda de Gaitas de Oviedo, Espanha, era uma das presenças constantes durante o Festival. No final de cada atuação, paravam em frente ao stand de Oviedo e dançavam ao som das gaitas.

 

 
A bruxa "Destrozona" figura principal do entrudo de Oviedo. Esta máscara não desfilou mas estava exposta no stand da localidade.
 
 
Já cheguei um bocadinho tarde a esta pequena atuação dos Galandum Galandaina, mas deu para fazer alguns registos.
 
 
Ao final da tarde se sexta, atuou no palco Ibérico a Orquesta de Foles com a sua contagiante musica cheia de ritmo!

 

terça-feira, 9 de maio de 2017

Festival Internacional da Máscara Ibérica - parte I

De 4 a 7 de Maio teve lugar em Lisboa o Festival Internacional Máscara Ibérica nos Jardins da praça do Império em Belém. Esta mostra cultural reuniu cerca de 30 grupos de máscaras vindos de várias regiões de Portugal e Espanha estando este ano tb presentes alguns países da América Latina. Um festival de Cultura que ajuda a perpetuar rituais ancestrais ligados à cultura pagã e popular.

Os Urban Sketchers Portugal juntaram-se ao festival para um registo gráfico das máscaras , mascarados, atividades e animação durante estes dias. Estive sexta e sábado e ficam aqui os primeiros registos:

Os Sidros de Valdesoto e os mascarados do carnaval de Barranquilha, Colombia, fizeram parte da animação da manhã e deu para fazer um registo mais calmo.


 
 
Nos momentos menos ativos da animação de rua, aproveitei para fazer alguns desenhos das máscaras expostas em alguns stands das regiões representadas.